Acabamos de anunciar um plano estratégico. É um plano de 2017 a 2021. Acredito que é um plano muito bom e sólido. Não foi fácil fazê-lo, mais de cem pessoas da companhia estavam envolvidas, inclusive os executivos-chefes e o comitê executivo. Mas essa foi a parte mais fácil. A parte mais importante é entregar o plano.
Dividimos o plano em dois períodos – os primeiros dois anos e os últimos três. Acho que depois desse período veremos a companhia de volta a seus melhores dias.
Depois de cinco anos, os primeiros anos serão os mais duros em termos financeiros, os anos em que continuaremos nossa parceria e nosso programa de desinvestimento.
Após esses dois anos, nosso plano é chegar a um nível muito mais confortável do que estamos hoje. A data de referência que usamos foi dezembro de 2015. Nessa data, nossa alavancagem, que é o tamanho do débito comparado à geração operacional de recursos, ou nosso Ebitda (geração de caixa antes de juros, impostos, depreciação e amortização), estava cinco vezes acima.
Nosso plano é reduzi-lo pela metade até 2018. Significa que não teremos mais de 2,5 vezes nosso Ebitda do mesmo tamanho de nossa dívida.